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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A Triste Realidade do Bairro da Estufa II em Ubatuba

Texto: Marcos Leopoldo Guerra

Buracos nos dias de sol e lama com direito a alagamentos nos dias de chuva!







A frase acima, que complementa o título da matéria, é apenas um resumo fiel do que vivem os moradores do bairro da Estufa II, localizado na região central de Ubatuba - SP.  Dizer que o poder público desconhece tal situação não é verdade, haja vista que os vereadores rescém eleitos, Flavia Pacoal e Reginaldo Fábio de Matos (Bibi), residem no referido bairro.

As imagens, aqui apresentadas, correspondem à Rua Otávio da Silva. A vereadora Flávia mora a apenas uma rua dessa localização, porém opta por se utilizar da Avenida São Paulo e assim sendo até a presente data não demonstrou qualquer interesse em auxiliar seus vizinhos e quiçá eleitores. Apesar de haver um outro vereador residindo no bairro, a falta de interesse, pelos moradores da Rua Otávio da Silva, mais se assemelha a um pacto de origem e objetivos desconhecidos. Bibi parece preferir o conforto de poder fiscalizar obras executadas pela Sabesp, haja vista que as empresas contratadas pela mesma para asfaltar ou recuperar ruas do mesmo bairro, demonstram competência técnica para a execução dos serviços, facilitando assim ao trabalho do vereador que nada terá a criticar.

Considerando que a vereadora Flávia aparenta conhecer apenas um caminho para sair de sua residência e que o vereador Bibi não pretende sujar suas roupas em alagamentos ou em terra e lama, achei por bem publicar as imagens para que os referidos vereadores utilizem suas influência, junto ao Executivo municipal, para algo realmente útil para a população, voltado à modificação da atual situação existente. 

Saliento que a obrigação dos vereadores de fiscalizar, refere-se ao Executivo e não aos interesses pessoias do próprio vereador. Se falta coragem ou capacidade para tal há sempre a possibilidade de renúncia ao cargo, deixando assim para os demais componentes da Coligação ou do Partido Político a obrigação de fiel cumprimento dos objetivos do mandato que os eleitores outorgaram aos mesmos.   

quarta-feira, 30 de março de 2011

Praças de Ubatuba na Gestão Eduardo Cesar






E-mail Recebido:

Achei o nº do protocolo que fiz o ano passado na Zoonose sobre os cavalos soltos no bairro nº 069/2010, hoje fiz outra reclamação protocolo nº 165/2011, todas as vezes que conversei com este setor o meu contato foi com Claudia, ela sempre me afirmou inclusive hoje que:

"A prefeitura não tem como resolver o problema, pois não temos um caminhão para retirada dos animais dos bairros, nos casos de emergência como, animal machucado ou em propriedade particular, eles pedem para que a Polícia Rodoviária Federal retire os animais, mas que isso é um favor extremo, só eles tem este caminhão e os equipamentos necessários e que infelizmente nada pode ser feito, mas que eu continue reclamando porque este problema existe em vários bairros."

Nota do Editor:

As imagens se referem a algo que deveria ser uma Praça no bairro da Estufa. O estado de abandono é a marca registrada da administração de Eduardo Cesar, que insiste e persiste em não administrar. Lama, buracos, mato e cavalos, formam o que Eduardo Cesar chama de Praça.

A população de Ubatuba é extremamente paciente e ainda se utiliza dos meios corretos para demonstrar sua insatisfação e solicitar a solução para os problemas encontrados. Eduardo Cesar e os incompetentes de sua equipe se aproveitam da paciência e da civilidade dos cidadãos de Ubatuba. Os adjetivos: omisso, negligente, incompetente, são muito leves para caracterizar o que representam esses supostos administradores municipais.

Se Eduardo Cesar pensa que recursos administrativos e protocolos de reclamações são algo de menor importância, mais uma vez ele está completamente enganado. Postergar ato de ofício também é ato de improbidade administrativa. Se Eduardo Cesar acha que as Leis são muito rígidas ou se não concorda com o teor das mesmas, o mesmo deve renunciar, pois a população paga ao prefeito para que o mesmo trabalhe conforme a legislação vigente, sendo que a opinião pessoal de Eduardo Cesar, enquanto cidadão que atua como agente público, não possui o menor valor.