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terça-feira, 24 de julho de 2012

Rogério Frediani o Fiel Escudeiro de Eduardo Cesar em Ubatuba

Texto: Marcos de Barros Leopoldo Guerra
A falta de ação, ou seja a omissão é uma das maiores responsáveis pela impunidade. Quando não tomamos as medidas cabíveis para coibir um ou mais atos de corrupção estamos, na realidade, contribuindo para que um maior número de pessoas fiquem desmotivadas e incrédulas com relação à possibilidade de punição dos envolvidos. Uma popualçâo calada, que finge nada saber ou perceber é a grande responsável pelo aumento de corruptos em nossa sociedade pois, a simples possibilidade de impunidade faz com que mais agentes públicos e agentes políticos fiquem despreocupados com seus atos. Mais grave do que se calar e se omitir é quando uma pessoa afirma que está tomando as medidas cabíveis para eliminar corruptos, acaba sendo flagrada atuando em sentido exatamente oposto. Hoje posso garantir a quem quer que seja que Rogério Frediani, até então vereador, é a pessoa que se enquadra nessa descrição de omisso, enganador e escudeiro de corruptos.

Ubatuba vive hoje uma situação de incertezas onde a corrupção rola solta e falsos protetores do interesse público, como Rogério Frediani, continuam a enganar os mais desatentos. Como se não bastassem a utilização indevida, imoral e ilegal de agentes públicos para seus interesses particulares (vide situação do já denunciado Pesão - concunhado do vereador Gerson Biguá), a compra de votos através de cestas básicas pagas com cartão de crédito, a distribuição de dinheiro em espécie dentro do gabinete, há muito mais e Rogério Frediani não mede esforços para garantitr a impunidade de seu mentor político e companheiro Eduardo de Souza Cesar, até então prefeito de Ubatuba. Aos poucos junto os acontecimentos e vejo com clareza que Rogério Frediani sempre esteve de quatro para os desejos e anseios de Eduardo de Souza Cesar.

Em dezembro de 2011 Rogério Frediani chegou até mesmo a enganar advogados sérios de São Paulo. Através de suas mentiras e falsas intenções Rogério Frediani convenceu os advogados de São Paulo que pretendia moralizar Ubatuba, porém precisava de argumentos e consultoria técnica para tal. Após várias reuniões sobre os desmandos e atos de corrupção de Eduardo Cesar, alguns assuntos foram escolhidos para a elaboração e criação de uma Comissão Processante na Câmara de Ubatuba. No intuito de alertar a população e os demais Vereadores sobre a seriedade e importância do que estava ocorrendo o texto intitulado "O Prefeito de Ubatuba e a Sua Verve Prosaica" foi publicado por um dos advogados de São Paulo. Referido texto tinha por base as determinações do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, já divulgadas nas matérias abaixo:

1- Eduardo Cesar Multado Novamente Pelo TCESP em 200 UFESPs

2- Tribunal de Contas Investiga Obras do Centro de Professorado de Ubatuba 


3- Eduardo Cesar Prestes A Ser Multado Novamente Pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo

Por ora não vou apenas me reportar ao assunto que está mais evidente nesta semana, ou seja o Centro de Professorado que virou Teatro e que está embargado pelo CONDEPHAAT.

Desde outubro de 2011 que Rogério Frediani possuía total conhecimento do inteiro teor do Ofício de embargo do CONDEPHAAT a obra do Centro de Professorado de Ubatuba. Apesar de Rogério Frediani ser do PSDB e alegar possuir trânsito fácil junto aos Secretários Estaduais do Governo do Estado de São Paulo, o mesmo nada fez. Na realidade a única ação de Frediani foi referente a solicitar que o embargo fosse mantido em sigilo para que no momento adequado pudesse ser utilizado.

Não vou efetuar comentários sobre o que realmente penso da situação porém, deixo algumas perguntas para a reflexão do leitor, cidadão e elitor de Ubatuba:

- Se uma das funções principais do Vereador é fiscalizar o Executivo Municipal, qual as razões que levaram Rogério Frediani a se omitir na questão do embargo do CONDEPHAAT?

- Por que Rogério Frediani não criou uma CPI para a apuração dos fatos relacionados a obra do Centro de Professorado que virou Teatro?

- Eduardo Cesar convenceu Rogério Frediani a se calar e se omitir somente com promessas de guloseimas ou algo mais concreto e substancioso foi objeto dessa suposta negociação?

- Se Rogério Frediani não consegue ou não pode fiscalizar o Executivo Municipal, qual a utilidade do mesmo enquanto Vereador?

terça-feira, 3 de maio de 2011

Centro de Conveções em Ubatuba

Estado da Obra em Março de 2011


Processo: 10186
Objeto: Contratação de empresa de engenharia para executar a 2º Etapa do Centro de Convenções. Concorrência 01/11, Edital 11/11.__ O edital completo está afixado junto a Secretaria Municipal de Administração para consulta e poderá ser adquirido mediante o recolhimento de taxa bancaria no valor de R$ 15,00 reais na Gerência de Expediente, Documentação e Protocolo, horário das 09:00 às 16:00 e poderá ser retirado na Secretaria Municipal de Administração entre as 08:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00, ambos com endereço a Rua Dona Maria Alves, 865, Centro, Ubatuba/SP. Email para contato: prefeituraubatuba@hotmail.com
Órgão solicitante: Secretaria Municipal de Obras e Serviços Publicos.
Encerramento: 25/05/2011
Abertura dos envelopes: 25/05/2011, às 15:00
Hoje uma amiga me perguntou sobre como e onde encontrar, no sítio da internet da prefeitura de Ubatuba, informações detalhadas sobre cada uma das despesas efetuadas pela municipalidade. Tal solicitação se deu em função do programa, exibido ontem, 02 de maio, CQC, da emissora Bandeirantes, no qual foram questionados diversos itens comprados pela prefeitura de Taubaté - SP, com valor exorbitante, bem como o fato de uma empresa instalada em uma residência ser a fornecedora de diversos produtos desde alimentos até serviços automotivos.

Ao acessar o sítio da prefeitura de Ubatuba, para tentar encontrar as informações solicitadas por minha amiga, encontrei a publicação acima, referente ao Edital 11/11 que trata da contratação de empresa de engenharia para executar a 2º Etapa do Centro de Convenções. Por ora não estou questionando a legalidade ou não de uma obra ser executada em duas fases com licitações distintas, porém acho no mínimo estranho que assim ocorra.

Suponhamos que não existam interessados em fazer a segunda parte da obra, o que fazemos então com o que foi construído e não possui condições de utilização? Como a municipalidade poderá conter a vontade, dos que se interessarem em participara da segunda licitação, em colocar um plus no preço da obra, afinal de contas se a segunda fase deve, obrigatoriamente, ser concluída para viabilizar a utilização do que já existe, qualquer preço é válido para não perder o dinheiro, público, já gasto.

Se o dinheiro para a realização da primeira fase foi dado pelo DADE, por que tal informação não consta da placa que trata sobre a obra?